Durante a visita de Otto Alencar, vice-governador e presidente, na Bahia, do PSD (Partido Social Democrático), diversos prefeitos, vereadores e pré-candidatos compareceram para prestigiar sua presença em Teixeira de Freitas. A recepção aconteceu na residência de Jurandir Boamorte, pré-candidato à prefeitura de Caravelas. Mais tarde, o vice-governador abriu oficialmente a 30ª Exposição de Teixeira de Freitas, ao lado do Secretário de Agricultura, Eduardo Salles.
Dentre as autoridades que compareceram ao evento, estava o prefeito de Alcobaça, Leonardo Coelho Brito – o ‘Léo Brito’, que também é presidente da APES (Associação dos Prefeitos do Extremo Sul da Bahia). Nos bastidores corre a notícia de que estão avançadas as articulações para levar ‘Léo Brito’ para o PSD, mesmo partido do pai, o deputado estadual, Timóteo Brito. O prefeito de Alcobaça não confirmou que já estivesse mudado de partido, tampouco negou as especulações. Apenas nos próximos dias será possível o desfecho deste caso. Ao que consta a ida do Prefeito de Alcobaça já é tida como certa por analistas políticos.
Na sessão ordinária da Câmara Legislativa do Prado, os parlamentares Artur Vieira de Medeiros e Edson dos Santos – o ‘Moreia’, ambos ex-PCdoB, e Elizabete Maria Ramos Fonseca – a ‘Bebeti’ (ex-PP), requereram ao presidente da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores do Prado o reconhecimento do bloco parlamentar do partido.
O vereador Artur Vieira de Medeiros lembrou os nomes que dirigem a sigla no estado, enfatizando o vice-governador, Otto Alencar, e o deputado federal, Edson Pimenta. “O partido nasce com uma grande força, já com três vereadores, com o ex-prefeito, Leopoldo Mendes, Luiz Ramos (atual Secretário de Obras), Luizinho Mascarenhas, George Soares (Secretário de Finanças), e outros ex-vereadores, à exemplo de Maria Ana e Gervásio”, afirmou.
Já ‘Moreia’ disse que muitos comentam sua saída do PCdoB e ele rebate como uma simples mudança de sigla. “Assim como aconteceu nas eleições de 2008, quando o PCdoB representava meu projeto político, desta vez acredito no projeto deste novo partido que surge como grande força, não apenas no município, mas na Bahia e em todo o Brasil”, concluiu.
Os membros da Executiva Estadual do Partido Social Democrático (PSD) realizaram nesta segunda (03), em Rondonópolis, o Primeiro Encontro Estadual da sigla congregando quinze municípios da Região Sul. O partido cresce com filiações de prefeitos, vereadores e lideranças diversas.
Esta é a nona reunião da sigla sobre esclarecimentos jurídicos e filiações, encerradas nesta terça (04), em Cuiabá, visando a próxima eleição municipal.
Nos encontros anteriores, a garantia de que os diretórios municipais terão autonomia nas decisões também prosperou em Rondonopolis. O PSd já é considerado o terceiro partido do Brasil, com a maior legenda de Mato Grosso e já conta com 51 prefeitos, 350 vereadores, vice-governador e pode chegar a seis deputados estaduais e outros três federais.
O medo da mudança de partido, segundo o assessor jurídico Hélio Hudson Ramos, não mais existe com as explanações feitas nos encontros.
“Vou construir uma nova família. Estou muito feliz. Saio do PR sem mágoa, de cabeça erguida e com o dever cumprido. Aqui senti a valorização, respeito e carinho com a minha pessoa. O partido é de guerreiros. E, é isso que somos”, declarou Mohamed Zaher, vereador e pré-candidato a prefeito por Rondonópolis.
Outro vereador a se filiar no 55 é Milton Mutum (ex-PR), que ocupa um terceiro mandato. “Estou muito feliz nesta nova jornada. Vamos seguir em frente com muita esperança”, assinalou.
O presidente da sigla e vice-governador, Chico Daltro, reafirmou que a proposta primeira é construir o compromisso com Mato Grosso neste novo partido. “Estamos começando uma nova era político-social com as peculiaridades que a democracia exige”, disse.
O ex-prefeito de Jaciara e suplente de deputado estadual, Valdizete Nogueira, revelou que pretende disputar a próxima eleição, pois vê com muito entusiasmo a criação do PSD. “Nos dá a convicção de conforto e segurança, que temos um excelente partido respeitador dos interesses coletivos”, observou.
Além dos dois vereadores de Rondonópolis, confirmaram filiação expressivas lideranças políticas, empresariais e comunitárias dos municípios de Alto Garças; Alto Araguaia e Alto Taquari. Dom Aquino; Guiratinga; Itiquira; Jaciara; Juscimeira; Poxoréu; Primavera do Leste e Pedra Preta; São Pedro da Cipa; São José do Povo e Tesouro. A maioria terá candidaturas majoritárias e proporcionais. Além do endosso de Riva, os deputados estaduais Luizinho Magalhães e Airton Português, o federal Homero Pereira, o secretário de Ciência e Tecnologia, Eliene Lima, ainda Chico Daltro, vice-governador, referendaram as novas filiações.
O ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, transferiu seu título de eleitor para a capital paulista e anunciou nesta sexta-feira (7/10) sua filiação ao Diretório Municipal de São Paulo do Partido Social Democrático – PSD. Logo após assinar a ficha de filiação, Meirelles fez a seguinte declaração:
“É com satisfação que anuncio minha entrada no PSD. Agradeço a acolhida no PMDB, o maior partido do país, mas essa oportunidade de participar da formação de um grande partido nacional desde o seu início me estimula muito. É importante ressaltar que não se trata de um projeto eleitoral, mas de contribuir no debate e na formulação de políticas para sustentar e incrementar o nosso desenvolvimento”.
A decisão foi saudada com entusiasmo pelos dirigentes do novo partido. Para o presidente nacional do PSD e prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, trata-se de um grande reforço político e técnico, que vem se somar a lideranças importantes tanto no plano nacional quanto paulista.
“Meirelles tem uma história pública densa, é um quadro preparado para ocupar qualquer cargo público. Nos oito anos em que ficou à frente do Banco Central, durante o governo Lula, ele marcou sua atuação pela capacidade de trabalho e pela competência, que é uma de suas maiores características”, disse Kassab.
Para Guilherme Afif, vice-governador de São Paulo e responsável pela fundação Espaço Democrático, centro de estudos e formação política do PSD, a filiação representa mais um grande passo na construção do partido: “A chegada de Henrique Meirelles fortalece ainda mais os quadros político e intelectual do PSD, não apenas em São Paulo mas em todo o Brasil. Por sua experiência e conhecimentos, dará enorme contribuição na formulação das propostas e na atuação do partido em relação à economia brasileira, à política econômica e ao desenvolvimento do País”.
Na cidade de São Paulo, Meirelles se junta a outras lideranças do PSD, como o próprio presidente do partido, Gilberto Kassab, o vice-governador Guilherme Afif Domingos, a vice-prefeita Alda Marco Antonio, o ex-governador Claudio Lembo – além da forte bancada do PSD na Câmara Municipal.
Apaixonado pela região central da cidade de São Paulo, Henrique Meirelles foi fundador da associação paulistana Viva o Centro e reassumiu sua presidência em março deste ano. A entidade tem por objetivo revitalizar a região central da cidade que, para Meirelles, “não só tem valor histórico, mas condições logísticas muito boas, de transporte e de comunicação”.
Goiano de Anápolis, 66 anos, Henrique Meirelles foi o presidente do Banco Central que mais tempo permaneceu no cargo, entre 2003 e 2011. Quando assumiu o BC, ele já havia se aposentado do BankBoston, onde chegou a presidente mundial da instituição.
Formado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP, fez mestrado em Administração na Universidade Federal do Rio de Janeiro e cursou o Advanced Management Program na Harvard Business School. Além disso, recebeu um título de doutor honoris causae do Bryant College.
Meirelles teve também uma curta e bem sucedida carreira política. Em 2002, após aposentar-se no BankBoston, candidatou-se a deputado federal e foi o mais votado do Estado de Goiás, com 183 mil votos. Antes mesmo de assumir o cargo, porém, foi convocado pelo presidente Lula para o Banco Central.
Antes mesmo do prazo final para filiação de políticos que pretendem concorrer a cargos eletivos no ano que vem, o Partido Social Democrático (PSD) tem recebido um grande número filiações e já conta com a terceira maior bancada no Congresso Nacional.
São 52 deputados, a maioria vinda do DEM, além de dois senadores, segundo afirma o líder da legenda na Câmara, o deputado federal paulista Guilherme Campos. Com isso, o partido passa o PSDB, que passaria a ter 51 deputados, e fica atrás apenas do PT, com 88 deputados, e do PMDB, com 78. No entanto, especula-se a saída de cinco peemedebistas da legenda para se filiar ao partido criado pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.
Nos Estados, o partido conta com dois governadores, seis vice-governadores e centenas de deputados federais, segundo afirma a própria legenda. Campos diz que existe ainda muita movimentação na Câmara entre os parlamentares. Na legislatura atual, que tomou posse no começo do ano, foram eleitos 88 deputados do PT, 78 do PMDB, 52 do PSDB, 44 do PP e 43 do DEM. "Tem movimentação em todos eles. Vamos ter que esperar o resultado final para ver que tamanho e a composição que a bancada vai adotar na Câmara", afirma.
Analistas especulam que o partido pode se tornar grande a ponto de disputar a presidência da República e rachar o curral eleitoral petista em regiões como o Nordeste.
O Partido Social Democrata (PSD), legenda fundada recentemente, teria recebido, somente nessa sexta-feira, a filiação de 630 prefeitos e cerca de 6 mil vereadores, afirmou o secretário-geral do partido, Saulo Queiroz. As informações são da Folha de S.Paulo. Os dados foram passados à direção do PSD pelos líderes estaduais. Segundo Queiroz, o partido espera lançar 1,2 mil candidatos a prefeito e 10 mil a vereador em todo o Brasil. Queiroz afirmou ter monitorado os balanços parciais durante todo o dia e que acredita que o número cresça até a próxima semana.
O PSD tem priorizado a filiação de potenciais candidatos nas eleições de 2012. Cidades de cinco Estados são alvo de pré-candidaturas a prefeito do partido: Tocantins, Goiás, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo. A criação do PSD foi aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no último dia 27 de setembro.





